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. Ti .

Meu pequenino,
se soubesse como é ruim ficar assim,
sem seu cheiro,
sem seu olhar,
sem seu toque.

Lembro-me bem do calor de seu corpo,
do suor que nos atraía,
fazendo com que nos tornássemos um só.

Cada movimento,
cada batida de nossos corações,
aquela primeira lágrima que escorreu por meu rosto e caiu em tua boca.
Disseste-me que tinha gosto de amor doce,
sorriu e meu beijou como nunca.

Quando iria imaginar que suas carícias não passariam de uma brincadeira?
E depois ainda lhe procuro.
Uma enorme vontade de cuspí-lo sinto.
Ah, meus queridos Deuses do Olímpo, me ajudem!
Esse pequenino não me merece,
o meu ‘amor completo’ não me merece.
Quem há de merecer?

Que tragédia grega será a próxima encenada neste palco de minha vida?

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