segunda-feira, 20 de agosto de 2012

À Mãe, Negra, Avó

A luz do outrora
Que renasce no amanhã,
Traz o brilho dessa força
Que só vi nessa manhã.
 
A força do braço de ferro
Braço cor de jambo
O mesmo que me ergue
É que do alto mostra
Sorriso de acalanto.
 
As marcas e expressões
Que por onde passam são reconhecidas
São o vigor da idade
De uma mulher que já deu à vida
Muitas vidas
E vidas.
 
E deve ser reconhecida
Num instante eterno
De magia
Agradecendo por inteiro
Dizendo :
- Obrigada, manegavó!

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