Pular para o conteúdo principal

. Passando .

Em poucos dias completo mais um ano de vida
e hoje paro para pensar nos muitos poucos anos que vivi.
Lembro do que pensava, do que falava, das coisas que queria.
A roupa largada, o cabelo emaranhado.
As músicas da época, as danças desengonçadas.
Os amigos para sempre, as almas gêmeas da estação.
*Não costumo postar palavras que não pertençam a mim,
mas nesse dia em especial acredito ser válida a publicação em meu blog
de um dos meu ‘heróis’ da música brasileira, com uma das músicas de seu novo disco “De Passagem”.
Então passando pelos bosques da vida,
encarando claridade e escuridão,
a música abaixo é para aqueles que fazem parte
do meu mundo,
para os que foram,
para os que estão,
para os que vão
e aqueles que ainda virão.
Aos amigos da questão, dedico:
Velhos Amigos
Oswaldo Montenegro
Velhos amigos vão sempre se encontrar
Seja onde for, seja em qualquer lugar
O mundo é pequeno, o tempo é invenção
Que o amor desfaz na tua mãoNada passou, nada ficará
Nada se perde, nada vai se achar
Põe nosso nome na planta do jardim
Vivo em você e você dorme em mim
E quando eu olho pro imenso azul do mar
Ouço teu riso e penso: onde é que está?
A nossa planta o vento não desfez
É nunca mais, mas é mais uma vez

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

D's

Dos viados adultos. Dos túneis, das pontes. As pontes aéreas.
Do carro, da carroça, a aeronave.  Do mar, o cerrado.
Da cor a cura. Da sombra a loucura. A paz, de neve, da pá na terra.
A sorte do dragão, do leão ao colchão, o tesão.  Do amor o riso.
Da graça sem graça. O bobo palhaço. De cara amassada. A vida armada, arreganhada, atropelada, arregaçada.
Furada.

. Real .

Volto a sentir a vida da maneira que me foi determinada. Mais uma vez sou vítima da intensidade. Ou talvez eu seja a única causa dela? O vazio toma conta do meu ser, E mais uma vez estou sozinha. Todo esse mix de sentimentos, Vazio, solidão, tristeza, saudade, Me é tão comum Que ainda não entendo o por quê De me surpreender. Tenho amor, Apenas falta de amor próprio. Pelo mundo daria minha vida, O desgosto é chegar a esse ponto e Descobrir que ninguém vale essa vida. Porque é minha, De mais ninguém. Se minha é, Amar-me-ei. Pois no fim Sempre digo a mim, Ninguém nunca te amará Como eu te amei.