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. À Montenegro .

As ideias que me permitem caminhar,
As ideias que me permitem flutuar,
Nada se passa como antes,
Nada parece com o agora.
Consigo viajar
No som de sua melodia,
No som de sua voz,
Nos graves e agudos,
Nos altos e baixos.
Na tentação de ser mais,
Na vontade de ficar ao seu lado sempre,
Ouvir sua voz cada vez mais perto
Pedindo-te por favor cante.
Cante como se não houvesse amanhã,
Como se não houvesse nada a ser dito,
Apenas cante,
Cante o que está em seu coração.
Cante, quero ouvir sua voz
Mais uma vez, mais uma vez,
Por favor, cante.
Suas palavras, expressões, gestos,
Seu suor,
Tudo é arte, tudo,
Tudo é música,
Tudo é melodia,
Sua letra,
Seu sorriso,
Tudo
Tudo
Tudo
Tudo
Tutum
Tutum
Tutum
…

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. M.L .

Transformo em poesia tudo aquilo que sinto em minh’alma. Hoje desejo compartilhar a empolgação que me fez sorrir nesta manhã de quarta-feira. Após uma curta noite de sono e uma “incomodante” viagem Anápolis-Goiânia vejo que não estou sozinha em sentir o que querer da vontade de saber, e o melhor, compartilhar esse desejo com alguém. Um novo (porém mais experiente) caminhante da estrada das palavras junta-se a minha vida (ou me junto a ele?) inesperadamente. E assim, inesperadamente é que espero as surpresas que venhamos a conhecer.

. Real .

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D's

Dos viados adultos. Dos túneis, das pontes. As pontes aéreas. Do carro, da carroça, a aeronave.  Do mar, o cerrado. Da cor a cura. Da sombra a loucura. A paz, de neve, da pá na terra. A sorte do dragão, do leão ao colchão, o tesão.  Do amor o riso. Da graça sem graça. O bobo palhaço. De cara amassada. A vida armada, arreganhada, atropelada, arregaçada. Furada. Jogada em vão no buraco negro, a escuridão. Na dor do amor. Do caos. Da dor. A dor do amor. O amor dá a dor no sem sentido da razão.